Sua arquitetura de cloud está resolvendo o problema de quem?
Síntese em português do artigo de Marcello Meneghel publicado no LinkedIn em 21 de setembro de 2026. A versão integral está disponível no link ao final.
A nuvem trouxe agilidade de provisionamento, automação e acesso a serviços avançados. A questão é como usar essas capacidades a partir das necessidades do negócio, sem deixar que o catálogo do provedor determine a arquitetura.
Uma capacidade disponível não é um requisito
Containers, Kubernetes, bancos gerenciados e serviços de inteligência artificial podem fazer sentido. Cada decisão, porém, precisa responder ao contexto da aplicação, ao modelo operacional e ao valor que se espera construir. Uma arquitetura de referência deve apoiar requisitos, não criar necessidades artificiais.
Portabilidade pede uma visão das dependências
Padronizar a plataforma pode reduzir diferenças entre ambientes. A aplicação, entretanto, continua dependendo de dados, identidade, redes, integrações e serviços específicos. Avaliar essas relações ajuda a escolher conscientemente onde a padronização gera valor e onde uma dependência se justifica pelos benefícios entregues.
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