OpenShift não torna sua arquitetura híbrida. As decisões de arquitetura, sim.
Síntese em português do artigo de Marcello Meneghel publicado no LinkedIn em 29 de setembro de 2026. A versão integral está disponível no link ao final.
Uma plataforma comum pode facilitar a operação em ambientes diferentes. Mas executar OpenShift dentro e fora da nuvem não resolve, por si só, as decisões que tornam uma arquitetura híbrida viável.
A aplicação é maior que o contêiner
Dados, identidades, integrações, políticas de segurança e dependências de serviços continuam condicionando onde uma aplicação pode operar. Mover seu runtime é apenas parte da jornada. A capacidade de negócio precisa continuar funcionando com essas dependências e com a confiabilidade exigida pela operação.
Começar pelo requisito muda a conversa
Portabilidade e multicloud têm custos. Faz sentido escolhê-las quando há um requisito que justifique a complexidade: continuidade, regulação, localização de dados ou uma necessidade real do negócio. A sequência de decisão começa no problema de negócio, passa pelos requisitos de arquitetura e pelas capacidades necessárias, e só então chega à tecnologia.
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